Um militar do Exército e um funcionário do CNJ são presos no DF por suspeita de armazenar e compartilhar pornográfica infantil

As prisões fazem parte da operação Infância Roubada deflagrada pela PCDF; os suspeitos moravam na Asa Norte, Gama, Santa Maria, Águas Claras e Vila Planalto

Por Redação

Mais uma fase da operação Infância Violada da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi deflagrada na manhã desta sexta-feira, 24, para apurar possíveis casos de pedofilia e pornografia infantil. Os suspeitos presos hoje durante a operação são suspeitos de armazenar e compartilhar produto pornográfico de crianças e adolescentes. As prisões aconteceram na Asa Norte, em Águas Claras, Vila Planalto, Gama e Santa Maria.

Um dos detidos foi um militar do Exército Brasileiro, que teria sido preso em sua casa, em flagrante, na Asa Norte. Outro detido, foi um servidor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que é suspeito de ter feito download de produto pornográfico, mas não teria repassado a terceiros. Ao todo, a operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão.

De acordo com delegado que coordena a operação, Ricardo Viana, as investigações constataram que os suspeitos – que não tiveram nem os nomes e nem os cargos de trabalho divulgados – vinham sendo monitorados há quatro meses.

Após serem presos nesta manhã, o um dos suspeitos presos, que armazenava o material pornográfico, foi liberado logo após pagar fiança de R$ 4 mil. Ainda segundo o delegado, caso eles sejam sentenciados, a multa para quem armazena esse tipo de material pode chegar a R$ 100 salários mínimos.

Já os outros presos e que são acusados de compartilharem o material pornográfico, continuam presos até serem ouvidos em audiência de custódia.

Armazenar material de pornografia infantil é crime com pena prevista de 1 a 4 anos de prisão. E quem compartilha, a pena é de 3 a 6 anos de prisão. Produzir esse tipo de material também implica sanções, com penas de 4 a 8 anos de prisão.
Em nota enviada à imprensa, o Exército esclareceu que “encontra-se em contato com os órgãos encarregados a fim de obter respostas” sobre o ocorrido. Já o CNJ não se manifestou até o momento.

Fonte Blog do Ulhoa

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