Taxa de ocupação de leitos de UTI no DF voltam a diminuir, diz Secretaria de Saúde

Secretaria de Saúde reduz espera por leitos de UTI

A pasta informa que nesta quinta-feira (26) havia 27 pacientes na fila de espera, em abril e maio do ano passado, por exemplo, este número chegou a mais de 160 pacientes

Por Cláudio Ulhoa

Não que os casos de covid-19 no Distrito Federal tenham diminuído significativamente, mas a forma como se tem administrado tanto a doença quanto os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), fizeram que a fila de espera por um leito de UTI na capital federal caísse. Que assegura essa informação é a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) que, através do Complexo Regulador de Saúde do Distrito Federal registrou o número de 27 pacientes aguardando uma vaga em UTI nesta última quinta-feira (26). Em abril e maio do ano passado, por exemplo, este número chegou a mais de 160 pacientes.

A notícia é importante porque nos momentos mais críticos de casos e mortes por covid-19, em meados deste ano, a taxa de ocupação de UTI, tanto na rede pública quanto na privada, ultrapassou os 90%. Agora, inicia-se uma queda, mas, de acordo com a SES-DF, o número de pacientes nessa fila oscila diariamente, tendo em vista a alta demanda e os procedimentos para liberação de leitos.

Lista chegou a ter em abril e maio de 2019 seis vezes mais pacientes que os 27 registrados atualmente

“Estamos seguindo a orientação do governador Ibaneis para que a fila de espera de UTI seja reduzida e os pacientes possam a ser atendidos em um prazo mais curto de tempo”, garante o secretário do DF, Osnei Okumoto.

O surgimento de novas vagas de UTI começou em outubro, quando a SES-DF iniciou um processo de desmobilização de leitos para atender pacientes com covid-19 e outras patologias, o que permitiu uma melhor distribuição dos leitos.

“Temos que trabalhar para que o paciente seja atendido, da sua solicitação ao seu direcionamento ao leito, no prazo de 24 horas. Sabemos que isso é difícil porque existem leitos que são muito estratégicos e escassos com perfis coronariano (cardíaco), de neuro e trauma, que são específicos do Hospital de Base”, explica O secretário-adjunto de Assistência da SES, Petrus Sanchez.

 

*Cláudio Ulhoa – Jornalista, membro da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP

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