Secretaria de Saúde do DF abre prazo de agendamento da segunda dose da vacina contra a covid-19

Lançada plataforma de agendamento para 2ª dose da vacina contra Covid-19

Neste primeiro momento, só quem tomou a vacina chinesa Coronavac precisa tomar a segunda dose; é possível escolher, o dia, a hora e local para se vacinar

Por Cláudio Ulhoa

Em entrevista coletiva à imprensa, o secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei kumoto, disse, nesta quinta-feira (19/2), que o agendamento para tomar a segunda dose da vacina chinesa CoronaVac já começou. No agendamento, que é feito exclusivamente na página de vacinação da Secretaria de Saúde, é possível escolher o dia, a hora e o local para receber a segunda dose.

De acordo com o secretário, nesta segunda fase de vacinação estão sendo oferecidas 18.900 vagas. Diferente da vacina de Oxford/AstraZeneca – que leva 90 dias até ser aplicado a segunda dose – a CoronaVac precisa ser aplicar em um intervalo mais curto, de 14 a 28 dias. Por isso, a ideia a Secretaria de Saúde do DF é abrir o agendamento para todas as etapas da vacina, de acordo com a chegada de novas doses ao DF.

“O usuário poderá escolher a data e o local de vacinação. Nesse primeiro momento, serão disponibilizadas 18.900 vagas para a aplicação da segunda dose da vacina CoronaVac que estão agendadas no cartão de vacina entre os dias 22 e 26 de fevereiro. A aplicação será nos drive-thrus”, disse Okumoto.

Dados da Secretaria de Saúde mostram que o DF já recebeu 162.560 doses da vacina chinesa; 41,5 mil doses da vacina AstraZeneca (para essa vacina ainda não há agendamento); e foram reservados 5% de vacinas para repor eventuais perdas.

Para fazer o agendamento da segunda dose é preciso fornecer o nome completo, a data de nascimento, o CPF e o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS), além da data da primeira dose e a identificação do laboratório fabricante.

Veja abaixo as pessoas que estão aptas no DF a tomar a segunda dose:

  • Idosos com idade acima de 79 anos;
  • Todos os profissionais da ativa na rede pública de saúde, em todos os níveis de atenção à saúde;
  • Na rede privada, profissionais que atuam na atenção hospitalar;
  • Idosos a partir de 60 anos e pessoas com deficiência que vivem em unidades de acolhimento, bem como os cuidadores que atuam nessas instituições;
  • Povos indígenas que vivem em terras demarcadas;
  • Pacientes internados em casa (home care), assistidos com suporte de ventilação mecânica, e pacientes internados no Núcleo Regional de Atendimento Domiciliar (AD2 e AD3 – internados em casa e acompanhados pelas equipes do Nrad da SES);
  • Trabalhadores dos serviços de Atenção Pré-Hospitalar (APH): resgatistas do Corpo de Bombeiros Militar e outras instituições privadas que prestam esse atendimento específico.

*Cláudio Ulhoa – Jornalista, membro da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP

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