Quatro das sete UPAs em construção estão com 50% das obras concluídas, diz GDF

Quatro das sete UPAs em construção estão com 50% das obras executadas

Com as construções das unidades, o governo vai oferecer cerca de 30 mil atendimentos ao mês; Planaltina, Ceilândia e Paranoá são algumas das regiões que serão contempladas

Por Cláudio Ulhoa

Em breve, o Distrito Federal terá um total de 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), isso porque o governo local iniciou, no ano passado, a construção de mais sete unidades, sendo que, quatro dessas já estão próximas de serem concluídas, como as unidades de Ceilândia (53%), no Paranoá (52%), no Riacho Fundo II (48%) e Brazlândia (48%). Ainda há mais três em construção no Gama (36%), em Vicente Pires (22%) e Planaltina (18%).

Após serem concluídas, as unidades, juntas, devem atender cerca de 30 mil pessoas por mês, cada uma aterá capacidade para oferecer 4,5 mil atendimentos/mês. Cada UPA é constituída de área para classificação de risco e primeiro atendimento, além de possuir consultórios e salas para emergências, observação e isolamento. Ainda há espaço para poltronas de medicação, reidratação e inalação.

“Quando concluídas as novas unidades, o que esperamos fazer ainda no primeiro semestre deste ano, vamos aumentar a capacidade de atendimento à população do Distrito Federal”, disse Paulo Ricardo Silva, presidente d0 pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), órgão que ficará responsável por administrar o funcionamento nas UPAs.

Os trabalhos estão avançados em Ceilândia, Paranoá, Riacho Fundo II e Brazlândia

As UPAs, segundo o governo, tiveram um papel fundamental em relação aos serviços de atendimentos, elas foram a porta de entrada para 78% dos atendimentos médicos realizados no DF em 2019. Também no ano passado, entre janeiro e outubro, as unidades chegaram a atender366.741 mil pessoas – em 2019, foram 206 mil atendimentos.

É importante destacar as UPAs podem ser procuradas por qualquer cidadão e devem ser acionadas em casos de atendimento de urgência e emergência em clínica médica, casos de pressão e febre alta, fraturas, cortes e exames como raio-x, eletrocardiograma e demais procedimentos laboratoriais. Para o atendimento é preciso estar portando documento com foto e cartão do SUS (que pode ser obtido na própria unidade).

*Cláudio Ulhoa – Jornalista, membro da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP

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