Programas de moradia do GDF vai beneficiar 3 mil pessoas

São 530 imóveis nas quadras 117 e 118 do Recanto das Emas

São casas populares no Recanto das Emas, com 51,44 metros quadrados, e têm dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e estacionamento

Por Cláudio Ulhoa

Moradores da região administrativa de Recanto das Emas, mais precisamente os que residem nas Quadras 117 e 118, vão em breve receber as moradias que estão sendo construídas na região pelo Governo do Distrito Federal (GDF). De acordo com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), cerca de 3 mil pessoas deverão sem contempladas com as residências, que possuem 51,44 metros quadrados, e têm dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e estacionamento.

As pessoas a serem beneficiadas se inscreveram em programas da Codhab que têm a finalidade de ajudar a população a conquistar a casa própria. No caso de Recanto das Emas, as unidades foram destinadas a famílias com renda mensal de R$ 1.800,01 a R$ 2.600,00 e da faixa 2, cuja renda é de R$ 2.600,01 a R$ 4.000,00.

“Atualmente, eu moro com a minha mãe em um apartamento para não pagar aluguel, mas eu gosto de casa e em breve terei uma para chamar de minha. Foi tantos anos de espera que eu não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. São muitas emoções e uma grande vitória”, disse Elisangela Vilas Boas que foi contemplada pelo programa.

Uma das propostas da gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB) é melhorar as condições de moradia da população através da regularização fundiária e da construção de projetos e programas que visem a construção de conjuntos habitacionais de residências populares a pessoas de baixa e média renda.

“É uma determinação do governador Ibaneis Rocha que a gente utilize os mecanismos necessários para agilizar esses processos. São famílias que aguardam há anos e até mesmo décadas pelo sonho da casa própria”, ressalta o diretor-presidente da Codhab, Wellington Luiz.

Em área onde as residências estão sendo construída o governo vai fornecer a infraestrutura básica, como redes de água, esgoto e águas pluviais, além de iluminação pública, asfalto e meios-fios.

*Cláudio Ulhoa – Jornalista, membro da Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP

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