Presidente da Câmara de Vereadores de Valparaíso de Goiás acredita que há grandes chances do governador Ronaldo Caiado ser reeleito

Plácido Cunha, presidente da Câmara de Vereadores de Valparaíso de Goiás acredita na reeleição de Ronaldo Caiado em 2022

A afirmação foi feita pelo vereador Plácido Cunha que disse que o governador tem sido mais atuante na região do Entorno de DF

Por Cláudio Ulhoa

O presidente da Câmara de Vereadores de Valparaíso de Goiás, Plácido Cunha (Avante), disse, em entrevista para o programa Conectado ao Poder da rádio Metrópoles, neste domingo (30), que há chances do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), ser reeleito são reais. Segundo ele, o governador tem um posição “mais atuante” em relação a diversos pontos que antes estavam esquecidos, como a região do Entorno do DF, que estaria recebendo mais incentivos da atual gestão.

“Eleição nenhuma é tranquila, mas hoje o Caiado tem feito um bom trabalho e eu acredito que não seja difícil de retirar a reeleição dele. Ele tem sido um governo mais presente, porque na gestão anteriores, houve muito de ‘deixa para depois”, explica Cunha.

Em Valparaíso, município que também está sendo governado por um político que foi reeleito, o prefeito Pábio Mossoró, a gestão, na visão do presidente da Câmara, será também o de apoiar uma possível candidatura de Caiado. “Mas hoje o MDB – partido do prefeito Mossoró – tem aproximado muito do governo do estado, então, provavelmente a gente deva sair junto com o Caiado”, afirma.

Hoje, segundo Plácido Cunha, Valparaíso tem em torno de 86 mil eleitores. A população da cidade é maior – ultrapassa os 200 mil –, mas nem todos votam em Goiás, muitos, pela proximidade, votam no DF, o que acaba comprometendo o colégio eleitoral do município.

Essa baixa votação no município leva a população a ter muitos serviços públicos comprometidos, como é o caso do transporte coletivo, que, nas palavras de Plácido Cunha, está “precário”. “O transporte municipal está horrível e, por isso, nós temos conversado e reunido com o prefeito para achar uma solução”, diz.

Mas, como ele explica, essa solução não passa apenas pela vontade do governo municipal, mas também pelo estadual e, agora, pelo governo do DF, que está responsável pelo transporte de passageiros das cidades do Entorno.

“Hoje se o município não tiver uma participação maior de recursos federais, você não tem o que fazer. Hoje a arrecadação municipal é toda comprometida com folha de pagamento”, diz Cunha.

*Cláudio Ulhoa – Jornalista membro da ABBP

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