Para presidente do BRB, é preciso olhar para funcionários e clientes, mas também para os problemas sociais do DF

Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa fala sobre estratégias do banco

Paulo Henrique Costa lembra o papel do banco na recuperação da economia no pós-pandemia e reafirma a posição da instituição em conciliar lucros com melhoria da qualidade de vida da população

Por Redação

Em entrevista à agência de notícias do Governo do Distrito Federal (GDF), a Agência Brasília, o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa,comentou sobre os avanços do banco durante a gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB). De acordo com ele, todo avanço que o banco teve ano passado quanto este ano, é resultado da “visão” e de “uma clareza” da forma de governar de Ibaneis. “A clareza de saber da importância de um banco e como ele pode ser um instrumento propulsionador do desenvolvimento econômico, social e humano, além da decisão de permitir que o banco tenha uma gestão técnica. São elementos centrais de tudo que a gente tem visto de resultados”, disse Costa, logo no início de sua entrevista.

O BRB tem ganhado o protagonismo nos últimos anos, em primeiro lugar, devido suas taxas de lucro – em 2019, o banco registrou o maior lucro da história: R$ 412 milhões –, em segundo, porque teve um papel fundamental no combate à pandemia, quando através de programas sociais, realizou serviços voltados à assistência social.

“Não bastava a gente cuidar de quem é empregado do banco e cuidar do setor produtivo ou dos servidores. A gente também, como banco público, precisava ter um olhar para a sociedade. E o GDF foi muito rápido, usando uma expressão que o governador Ibaneis Rocha costuma usar muito de que governo é para pobre, rico basta não atrapalhar”, lembra o presidente do BRB.

O BRB foi responsável por coordenar e prover alguns dos principais serviços de assistência social do governo no momento de pandemia, como o Cartão Material Escolar que depois virou Cartão Alimentação Escolar; o programa Pão e Leite; o Renda Emergencial; e o Farmácia de Alto Custo. Todos com um viés voltado a famílias de baixa renda.

Já no sentido econômico, o banco também teve lucro líquido no primeiro semestre deste ano de R$ 205 milhões, Costa ressalta que os bons resultados da instituição ocorreram em razão do fortalecimento que o banco deu ao setor produtivo, com taxas diferenciadas, com prazos diferenciados e com uma revisão enorme de processos visando simplificar s serviço de concessão de crédito e fazendo com que o dinheiro chegasse à economia.

“Nesse período, desde 18 de março, alocamos em linhas de crédito R$ 3,6 bilhões, tanto em novas linhas de crédito quanto em reestruturação das linhas de crédito que os clientes que já tinham com a gente, seja pessoa física ou jurídica, incluindo suspensão de prazos de pagamento”, observa Costa.

Ao fortalecer o setor produtivo, o BRB conseguiu auxiliar mais de sete mil empresas e mais de 29 mil pessoas com ações direcionadas ao crédito. “Somos o primeiro banco do país a conceder uma suspensão do pagamento de crédito consignado.

Digital e crédito imobiliários

A grande aposta do BRB para os próximos anos são recém-lançamento do banco em formato digital, que, no prazo de menos 40 dias, realizou a abertura de 35 mil contas, o que representou quatro vezes mais contas abertas se comparado ao segundo semestre de um banco tradicional. “O BRB também se posicionou estrategicamente neste mundo digital”, destaca Costa.

Uma das grandes apostas do BRB para o próximo período é o recém-lançado BRB Digital

Em outra ponta está o desempenho do banco no âmbito de crédito imobiliário. Com o aquecimento desse tipo de serviço em todo o país, no DF o BRB parece ter sido figura importante nesse sentido.

Fonte News Black

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