Ibaneis cria programa de implantação de pontos de energia em regiões carentes do DF

Energia Legal para comunidades em regularização

Cerca de 62 mil pontos de energia serão implantados, inicialmente, em regiões como Sol Nascente, São Sebastião e Recanto das Emas

Por Redação

Um decreto assinado pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) nesse sábado (10) vai permitir que 62 mil pontos de energia elétrica sejam implantados no DF no próximo período.  O decreto, que cria o programa Energia Legal deve permitir a implantação de rede de distribuição de energia em áreas urbanas e rurais que estejam em processo de regularização fundiária.

De início, três regiões administrativas vão receber o programa. A primeira será o Sol Nascente/Pôr do Sol, depois será levado também aos moradores de São Sebastião, na região do Morro da Cruz, e em Recanto das Emas, na região de Águas Quente.

Todo processo de instalação da rede distribuidora será feita pela Companhia Energética de Brasília (CEB). Para demarcar as regiões a serem beneficiadas, primeiro, a CEB faz um cadastramento dos moradores para depois iniciar a troca da rede, momento que se coloca também os medidores e transformadores.

“Primeiro vamos levar energia e depois regularizar as áreas, entregar escritura e fazer com que sejam cada dia mais felizes no lugar onde escolheu para morar. Nós acolhemos reivindicações, arrumamos o instrumento legal para isso, temos apoio da Câmara Legislativa destinando emendas para executar o trabalho e esperamos concluir em todas as comunidades que, hoje, têm problema de energia o mais rápido possível”, explicou Ibaneis Rocha, logo após a publicação do decreto.

Com o novo programa será possível corrigir falhas que geralmente ocorrem no sistema de distribuição de energia, como curtos-circuitos, oscilação na energia e diminuição na qualidade do fornecimento a todos, inclusive dos consumidores regulares. Além disso, deve trazer também economia aos cofres públicos, uma vez que são perdidos R$ 92 milhões em receitas a cada ano, além de R$ 15 milhões de impostos não pagos, fora os custos com manutenção em função do de sobrecarga dos circuitos.

O EnergiaLegal vai ser coordenado pela Secretaria de Governo (Segov), aSecretaria de Desenvolvimento Urbano(Seduh), a Secretaria de Agricultura (Seagri), a Secretaria de Meio Ambiente (Sema), a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), e as companhias de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) e Energética de Brasília (CEB), além do Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Fonte Blog do Ulhoa

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui