Hospital de Campanha do Estádio Mané Garrincha alcança a marca de 1,5 mil altas

Hospital de campanha do Mané Garrincha apresenta bons resultados na recuperação de pacientes com covid-19

Até ontem (7) mais de 1.500 pacientes já tinham recebido alta na unidade; um pé de ipê amarelo com placas contendo o nome de cada um que passou pelo hospital registra os momentos de aflição vividos pelos pacientes e seus familiares

Por Redação

Assim que os primeiros casos de covid-19 surgiram no Distrito Federal, a Secretaria de Saúde local (SES-DF) providenciou a construção de um hospital de campanha no Estádio Nacional Mané Garrincha. O espaço foi edificado com 197 leitos, sendo 173 de enfermaria adulto, mais 20 de suporte avançado e quatro de emergência.

Nesse ambiente, até esta segunda-feira (7), cerca de 1.530 pacientes foram atendidos no hospital. Após, geralmente, ficarem dias internados para se recuperar da doença, a unidade hospitalar atingiu a marca de 1.500 altas. Somente ontem, 33 pacientes puderam voltar para casa com a saúde restituída e junto aos seus familiares.

É o caso do senhor João Capuzo Filho, de 75 anos – completos ainda quando estava internado no hospital de campanha – que teve alta neste feriado de 7 de setembro, após ficar hospitalizado 17 dias.

“A gente vai fazer um culto de ação de graças pela vida do meu pai e confraternizar com os familiares. Mas a primeira coisa quando chegar em casa é tomar um café, o que ele tanto gosta”, disse a filha do senhorCapuzo, Priscila Naira Souza Capuzo.

O hospital

O hospital de campanha do Mané Garrincha, aparentemente, é um exemplo de que o trabalho preventivo deu resultados positivos. A primeira pessoa a ser internada na unidade aconteceu no dia 22 de maio. De lá pra cá, muitas histórias de superação ocorreram dentro da unidade hospitalar que tem sabido reconhecer esse momento.

Pacientes demonstram gratidão pelos cuidados dos profissionais de saúde

Para tanto, os responsáveis pela gestão do hospital montaram uma árvore de ipê amarelo com placas contendo o nome de cada um dos pacientes que passaram pela unidade.

“Para nós não tem preço poder devolver esses pacientes para as suas famílias curados, recuperados. São 1.500 vidas que ajudamos a recuperar, salvamos”, diz uma das médicas que trabalha no hospital, Anna Carolina Erbesdobler.

Uma cena que já virou comum no hospital de campanha do Mané Garrincha é o momento da saída dos pacientes até então internados. Todos saem em cadeira de roda até o encontra com os familiares, e durante o trajeto do encontro, uma música, escolhida pelos pacientes é tocada em sua homenagem. As músicas mais tocadas geralmente possuem mensagens de agradecimento e fé.

Fonte Blog do Ulhoa

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