Hospitais de campanha utilizados no tratamento de pacientes com covid-19 farão parte da infraestrutura de saúde pública do DF

Hospitais de Campanha do DF são exemplos para o país

Quem informa é a Secretaria de Saúde local que estabeleceu nos contratos que tanto a estrutura quanto os bens e equipamentos das unidades passem a pertencer o GDF após a pandemia; até o momento, quatro hospitais de campanha já foram construídos

Por Redação

Os hospitais de campanha construídos para tratar pacientes com covid-19 no Distrito Federal devem permanecer em funcionamento mesmo depois da pandemia. Quem afirma isso é a própria Secretaria de Saúde local, que ressalta a intenção do governo é de manter os espaços construídos para atendimento e tratamento da população. É o caso do hospital de campanha construído em Ceilândia, que, após a pandemia, se tornará o hospital Materno Infantil da região.

“Como sempre tivemos, ao longo de décadas, dificuldade em comprar materiais médicos, principalmente em grande quantidade, sempre tivemos déficit de leitos, camas, ventiladores, monitores, bombas de infusão, quando isso tudo acabar e ficarmos com esses equipamentos, finalmente, depois de décadas, vamos ter resolvido esse problema”, diz o subsecretário de Atenção Integral à Saúde (Sais) do DF, Gustavo Bernardes.

Além da unidade de campanha em Ceilândia, há também hospitais deste porte no Estádio Nacional Mané Garrincha, no Centro Médico da Polícia Militar e no Complexo Prisional da Papuda. Conforme os contratos estabelecidos no momento da construção dessas unidades hospitalares, todos os bens e equipamentos existentes nos hospitais vão permanecer em posse da Secretaria de Saúde do DF.

Para funcionar, os hospitais de campanha foram estruturados como qualquer outra unidade hospitalar convencional. Ou seja, houve locação de equipamentos, gerenciamento técnico, assistência médica e multiprofissional, manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos, incluindo computadores e impressoras, e atendimento dos pacientes com medicamentos, insumos e alimentação.

Ao término da pandemia, de todos os bens ao patrimônio; o hospital de campanha em Ceilândia, será depois o hospital Materno Infantil da região

“Os nossos hospitais de campanha usaram estruturas que já existiam, ou seja, não são tendas que foram armadas. Quando se analisa quanto que custaria, durante a pandemia, contratar pessoal, comprar materiais e insumos necessários, a gente vê que o custo-benefício da contratação de uma empresa para fazer tudo isso é muito menor e melhor. A economicidade é fantástica”, lembra Bernardes.

Economia

Outro ponto destacado pelo GDF é com relação ao custo desses hospitais, que, de acordo com o governo, estão abaixo dos valores praticados em outros Estados. Essa economia foi possível em razão do método adotado na contratação dos serviços, que foi o de contrato emergencial de serviço de gestão integrada. Neste caso, a empresa contratada oferece toda a estrutura de equipamentos e recursos humanos necessários para atendimento de pacientes.

“Ao contrário do que está ocorrendo em outros estados brasileiros, em que são construídos hospitais de campanha apenas para suprir a necessidade imediata dos pacientes contaminados”, informa a Secretaria de Saúde do DF.

Fonte Blog do Ulhoa

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