GDF destina mais de R$ 170 milhões para empresa enfrentar dificuldades econômicas geradas pela pandemia

Mais de R$ 170 milhões de empréstimo a empresas do Distrito Federal

Linha de financiamento oferecida pelo Executivo deverá ser investida em melhorias dos serviços das áreas de comércio e serviços, infraestrutura econômica, indústria e turismo

Por Cláudio Ulhoa

Por meio do Fundo Constitucional do Centro-Oeste, na modalidade empresarial (FCO Empresarial), centenas de empresas do Distrito Federal estão conseguindo retomar suas produções e manter a geração de emprego e renda em atividade. Segundo o Governo do DF (GDF), até o momento, já foram emprestados – podem participar também empresas instaladas em municípios vizinhos que compõe a chamada Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (RIDE) – cerca de R$ 175 milhões.

O dinheiro repassado tem o intuito de ajudar os empresários a enfrentar as dificuldades econômicas geradas pela pandemia de covid-19. Com isso, os resultados já começam a parecer, conforme explica a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), uma das responsáveis por gerir os aportes financeiros e também compõe o Conselho de Financiamento à Atividade Produtiva (Cofap), que aprova os investimentos.

Um dos resultados é a retomada da contratação de mão de obra, já que a previsão do GDF, é que cerca de 7 mil empregos diretos e quase 11 mil empregos indiretos já tenham sido criados até o momento.

“O objetivo desse fundo é permitir que as empresas possam estar bem, gerando, além de lucros para o empresário, emprego e renda. Podemos dizer que o DF é um local de ‘terras férteis’ e a linha de financiamento ajuda e muito”, explica o secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Faria Jr.

Geralmente o tipo de empresa que tem recorrido ao de empréstimo são empresas de pequeno e médio porte, geralmente de segmentos como academias, clínicas médicas, usinas fotovoltaicas, lojas da construção civil, entre outros. Conforme o governo, dos mais de R$ 170 milhões emprestados, 93% foram destinados ao setor de comércio e serviços, 6% para a indústria e 1% para o turismo.

Vale ressaltar que para o empresário conseguir contratar a linha de financiamento, o empresário deverá apresentar sua proposta de financiamento diretamente no BRB, Banco do Brasil ou no Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob).

*Cláudio Ulhoa – Jornalista membro da Associação Brasileira de Portais de Notícias – ABBP

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