Fecomércio pode não cumprir acordo com GDF de construir hospital de campanha para tratamento de pacientes com covid-19

A informação está sendo divulgada na imprensa local é de que o presidente da entidade, Francisco Maia, não assumirá o acordo feito com o governo no mês de maio

Por Cláudio Ulhoa

Pelo jeito a parceria entre a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) e o Governo do Distrito Federal (GDF) de construir um hospital de campanha com capacidade para 400 leitos pode não sair do papel. A informação foi divulgada na imprensa local, após circular a informação de que o presidente da federação, Francisco Maia, teria desistido da promessa feita de construir a unidade hospitalar junto com o Serviço Social do Comércio (Sesc) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O hospital a ser construído pela Fecomércio-DF era para ser destinado ao tratamento de pacientes de covid-19. Dado recentes da Secretaria de Saúde do DF, mostra que a capacidade de leitos de UTI já está em 70%, o que na opinião de especialistas da área de saúde, seria um porcentual preocupante.
O GDF já começou a construir outras unidades hospitalares regiões administrativas cujo número de contaminados tem crescido, como é o caso de Ceilândia, que deve receber em breve dois hospitais de campanha.

A promessa feita pelo presidente Francisco Maia de construir o hospital de campanha foi feita em maio, depois ele voltou atrás, e disse que a construção seria impossível e prometeu ajudar com doação de utensílios básicos no tratamento da doença. Mas até o momento essa doação também não foi feita.

De acordo com a imprensa local, o GDF já esperava tal postura da federação, uma vez que a entidade comercial estaria jogando “o problema no colo do governador Ibaneis (Rocha)”.
A Fecomércio-DF ainda não se manifestou sobre o assunto.

Fonte Blog do Ulhoa

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