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BRB atinge lucro líquido de R$ 433 milhões no último balanço de 2021

O montante representa, no acumulado de nove meses, 38,1% de crescimento em relação ao mesmo período de 2020

Por Cláudio Ulhoa

O Banco de Brasília (BRB) atingiu, no acumulado de nove meses em 2021, um lucro líquido de R$ 433 milhões, o que representou um crescimento de 38,1% em relação ao mesmo período de 2020. O crescimento, segundo o banco, também ocorreu com as carteiras de créditos do banco que tiveram no último trimestre crescimento de 42,1%, o que representou a movimentação de R$ 20,7 bilhões.

Os bons resultados econômicos vêm com a participação do banco junto ao desenvolvimento econômico – como foi o caso do lançamento do Supera-DF e do Acredita-DF –e à ajuda assistencial com o apoio aos programas da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), como o DF Social, o Cartão Material Escolar, o Cartão Mobilidade Cidadã, entre outros.

Só o Supera-DF, por exemplo, foi responsável pela movimentação de R$ 8,2 bilhões, com mais de 155 mil clientes beneficiados através de ações econômicas.Já o DF Social, lançado no final do ano passado, deverá beneficiar em torno de 70 mil pessoas com renda mensal de R$ 150.

“A pandemia acabou sendo um grande desafio sobre várias vertentes. A primeira delas é que a gente, como qualquer outra empresa, precisava cuidar de sobreviver. O nosso papel era cuidar do banco, ter liquidez, apresentar resultado, estrutura de capital forte, conter a inadimplência e se preparar para um cenário que a gente não sabia quanto tempo ia durar”, diz o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, cuja gestão se deu praticamente sob os efeitos da pandemia de covid-19.

Quase todos os programas sociais lançados nos últimos três anos pelo governo local tiveram a participação do BRB. Segundo os dados do banco, o GDF já beneficiou 300,2 mil pessoas com programas sociais, o que representou uma movimentação de R$ 220,2 milhões.

“Também percebemos o olhar e a alegria dos mais pobres por termos sido o veículo de entrega de diversos cartões de programas sociais do governo. O governador Ibaneis teve a agilidade, a sensibilidade de entender a realidade da população mais pobre e construiu durante a pandemia a maior rede de proteção social do nosso país, de forma diversificada, atendendo os diversos tipos de necessidades”, reforça Costa.

*Cláudio Ulhoa – Jornalista membro da Associação Brasileira de Portais de Notícias – ABBP

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