Casos e tentativas de feminicídios caem no DF, informa secretária da Mulher

A titular da pasta, Erika Filipelli apresentou dados que compravam que, este ano, houve redução de 40% nos casos de feminicídio e de 50% nas tentativas do crime em comparação com 2019

Por Redação

O número de casos e tentativas de feminicídio caiu no Distrito Federal este ano, até o momento, em relação a 2019. Quem fez o anúncio foi a Secretária da Mulher do DF, Erika Filippelli que participou nesta segunda-feira (19) da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Feminicídio, na Câmara Legislativa do DF (CLDF). De acordo com Filippelli, dados coletados pela pasta mostram que houve queda de 40% nos casos de feminicídio e de 50% nas tentativas do crime.

A secretária também falou sobre outros trabalhos desenvolvidos pelo governo em relação à causa da mulher. Ela lembrou que a atual gestão tem desenvolvido trabalho em diferentes áreas de defesa do público feminino, como é o caso da campanha “Mulher você não está sozinha!”, que busca orientar as mulheres que se encontram em um ambiente hostil, com risco de violência. Essa campanha também, conforme explicou Filipelli, orienta quem conhece uma mulher em situação de perigo a oferecer ajuda, e alerta sobre os julgamentos que podem silenciar ainda mais a vítima.

Outro assunto debatido na reunião – que ocorreu via internet – foi a retomada dos serviços a Casa da Mulher Brasileira. A secretária falou que não há previsão para a conclusão da obra na Casa da Mulher Brasileira localizada na Asa Norte, em razão da falta de licitação por parte do governo, mas destacou que por enquanto os serviços serão realizados na Casa da Mulher, em Ceilândia. Filipelli garantiu ainda que o GDF liberou recursos para construção de quatro novas unidades da Casa da Mulher, sendo uma em Sobradinho, uma no Recanto das Emas, outra em Sol Nascente/Pôr do Sol e uma em São Sebastião.

Por fim, a secretária ressaltou que está sendo estudada a possibilidade de mudar a flexibilização dos horários das equipes de atendimento, que hoje atuam em regime de 24 horas de plantão por 72 horas de folga, na Casa da Mulher, para garantir o atendimento especializado de todas as mulheres acolhidas.

Fonte Blog do Ulhoa

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