BRB, junto com a CLDF e GDF, quer construir três hospitais modulares para tratamento da Covid-19

Diante da crise sanitária vivida no DF, o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, quer construir estruturas acopladas aos hospitais regionais de três regiões administrativas. O Projeto deverá ter o apoio da CLDF e o governo do DF

Nessa quarta-feira (17), o Distrito Federal confirmou mais 30 mortes e 1.322 novos casos de Covid-19. Segundo dados da Secretária de Saúde (SES-DF), o total de óbitos chega a 5.206 e os infectados somam 322.686. Diante desse colapso, o Banco de Brasília (BRB) solicitou apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para a construção de três hospitais modulares no DF.

 A ideia do projeto é construir estruturas conectadas aos hospitais regionais de Samambaia, Paranoá e Planaltina. No total, os hospitais modulares disponibilizarão 300 novos leitos para atender pacientes da Covid-19.

Paulo Henrique Costa, presidente do BRB, pediu ajuda de custo aos deputados distritais. A solicitação foi feita na tarde quarta-feira.

Segundo o presidente, a ideia é unir as forças da CLDF, do Governo do Distrito Federal (GDF) e do setor produtivo da capital para ajudar a desafogar a rede de saúde.

“Isso representa um esforço conjunto, de vários poderes e da iniciativa privada, visando construir uma saída importante e perene para o sistema público do DF. Tem um componente simbólico”.

Pelo menos 255 pessoas estavam na fila à espera de uma unidade de terapia intensiva (UTI) no DF. Segundo o governo, são pessoas com Covid-19 com idade entre 25 e 59 anos. Por isso, o BRB quer a construção de novos leitos.

“É preciso que a gente abra um volume expressivo de leitos. Mas também há um outro elemento importante. Esses hospitais serão permanentes”, pontuou Paulo Henrique Costa. Os hospitais modulares permanecerão funcionando após a pandemia.

Lockdown

O projeto poderá criar o ambiente para a retomada gradual das atividades econômicas quando for seguro. Para o presidente do BRB, o projeto atenua o impacto negativo da pandemia, proporcionando emprego e renda.

O dinheiro seria encaminhado para o Instituto BRB. A entidade faria a operação do projeto. Segundo Costa, por ser uma organização do terceiro setor, o instituto pode receber emendas parlamentares.

“Todo o Parlamento se mostrou muito sensível ao tema. E agora a gente aguarda a decisão dos parlamentares em relação ao apoio e recursos de emendas, para que a gente possa avançar com a construção”, finalizou.

Informações Jornal 2C News

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