Auditoria externa constata que Fundo de Assistência à Saúde da CLDF teve superávit nos últimos meses

Delmasso destacou que houve redução nos valores dos serviços prestadores de serviços, o que reduziu as despesas do plano

O resultado comprava que a atual gestão da Casa foi fundamental para a redução dos gastos; atualmente o fundo gasta R$ 3,6 milhões, sendo 40% de gastos com os titulares e 60% com seus dependentes

Por Redação

O Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores (antigo Fascal) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) passou por uma auditoria externa recentemente. O resultado encontrado foi um superávit de R$ 3,160 milhões entre janeiro de 2019 e julho deste ano. Além disso, a auditoria constatou também que houve redução nas despesas nos últimos períodos, acompanhada por incrementos nas receitas (mensalidades e coparticipações).

Outra constatação foi com relação ao perfil do público beneficiado atualmente pelo fundo. Ao todo, 5,4 mil pessoas são atendidas pelo fundo de assistência da CLDF, sendo que, 33% são titulares (servidores, comissionados e deputados); 20%, cônjuges; 35%, filhos e enteados, e 10%, pais/mães.A auditoria também concluiu que o gasto mensal do fundo chega a R$ 3,6 milhões, sendo 40% de gastos com os titulares e 60% com seus dependentes.

O superávit no Fundo de Assistência à Saúde é reflexo da postura adotada pela atual gestão da Casa

“Esta é a primeira vez que a CLDF abre as contas do Fascal para a sociedade. Também temos publicado no Diário da Câmara Legislativa os resultados da gestão do plano, o que mostra nosso compromisso com a transparência”, disse o vice-presidente da CLDF, Delmasso (Republicanos).

Redução de despesas

A atual gestão da CLDF, gerida pelo distrital Rafael Prudente (MDB), conseguiu fazer a redução nas despesas neste período sem cortes no orçamento do fundo. Pelo contrário, conforme explica o auditor que fez a análise do fundo, Dalmy Moreira Soares, da Wedan Consultoria, houve neste último período acréscimos nas receitas. Além disso, as mensalidades dos beneficiários foram reajustadas em 132%, o que gerou uma reformulação nos valores dos serviços prestados e também na diminuição das despesas.

“Isso tem reduzido a diferença entre os gastos assistenciais e a arrecadação”, frisou”, explica Soares.

O vice-presidente da CLDF disse em entrevista à assessoria de comunicação da Casa, que a meta da atual gestão é fazer com que o fundo de assistência à saúde seja autossustentável. Outro ponto sobre esse assunto ressaltado por Delmasso foi com relação à suspensão do pregão feita pelo Tribunal de Contas do DF para a contratação de um sistema de serviços de gestão. “Agora estamos trabalhando para ter uma resposta o mais rápido possível.”

Fonte Blog do Ulhoa

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