Além de Planaltina, GDF intensifica construção de UPAs em mais seis regiões administravas

GDF impulsiona a construção de sete UPAs; previsão de conclusão é para os próximos meses

Com investimento de R$ 35 milhões, o governo espera atender nas unidades cerca de 30 mil pessoas por mês; há ainda geração de emprego com as obras, que pode chegar a 300 diretos e 1,4 mil indiretos

Por Redação

O Governo do Distrito Federal (GDF) através do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) informa que está sendo construídas sete Unidade Pronto Atendimento (UPA) nas seguintes regiões administrativas: Brazlândia, Ceilândia, Gama, Paranoá, Planaltina, Riacho Fundo II e Vicente Pires. Para tal empreendimento foram alocados R$ 35 milhões, o que deve gerar 300 empregos diretos e 1,4 mil indiretos. O objetivo do governo é que, após as obras concluídas, o número de atendimento, mês, nessas unidades chegue a 30 mil.

“Todas as unidades estão sendo construídas em áreas onde há um vazio assistencial. Vamos conseguir potencializar a capacidade de resposta e de atendimento a esses pacientes, aumentando e melhorando a oferta de saúde pública”, explica o o diretor-presidente do Iges-DF, Sérgio Costa.

Todas as UPAs terão 1,2 mil metros quadrados de área construída e terão 42 leitos de observação, 14 de emergência e sete de isolamento disponíveis para a saúde pública do DF. Com atendimento 24h, cada UPA contará com dois a três médicos durante ambos os turnos (diurno e noturno).

O governo também acredita que assim que as UPAs começarem a funcionar, os serviços de saúde pública nessas RAs deve melhorar. É o que valia a presidente do Conselho Regional de Saúde de Ceilândia, Andrecinda Rocha, que classificou a ação como “importante”. “Não podemos abrir mão de nenhum recurso. Chegar uma UPA para um lugar onde a capacidade de atendimento está sobrecarregada, vai ajudar. É importante para o atendimento intermediário”, afirmou Rocha.

As obras

De acordo com o Iges-DF, as obras estão num bom ritmo e devem ser concluídas em breve. As mais adiantadas são as de Ceilândia, na Expansão do Setor O, e de Brazlândia, na Vila São José, que já tem 45% da edificação já concluída. Depois vem a de Riacho Fundo II, localizada na QN 31, com 40% de execução.

As construções de Vicente Pires e Planaltina foram adiadas pelo Iges-DF em razão da liberações ambientais de construção, tarefa que cabe ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram). A autorização saiu recentemente e o instituto afirma que as obras nessas RAs já começaram e devem ser finalizadas no prazo de oito meses.

A construção da UPA de Planaltina atrasou em razão de liberação ambiental; governo acredita que a obra será concluída em oito meses

Cada UPA atenderá o público conforme o perfil epidemiológico de cada região administrativa. “Com isso, os profissionais serão qualificados e capacitados para todos os tipos atendimentos, mas também terão um olhar mais qualificado para o perfil e demanda de cada região”, explica o diretor-presidente do Iges-DF.

Hoje no DF, há UPAs nas RAs de Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia, Sobradinho e São Sebastião.

É importante lembrar que a população deve recorrer aos atendimentos nas UPAs em casos de de urgência e emergência em clínica médica, casos de pressão e febre alta, fraturas e cortes e exames como raio-x, eletrocardiograma e demais procedimentos laboratoriais.

Confira o endereço das novas UPAs:

> Brazlândia: Vila São José, Quadra 37, AE 1, Posto de Saúde

> Paranoá: Paranoá Parque, Quadra Comercial 1, AE 4 EPC

> Gama: Setor de Indústria, QI 7, Área Reservada 2

> Ceilândia: Expansão do Setor O, QNO 21, AE D

> Vicente Pires: Rua 10, Quadra 4D, Chácara 135

> Riacho Fundo II: QN 31, Conjunto 3, Lote 1

Planaltina: Setor Habitacional Mestre D’Armas, Quadra 23, MD 2 Lote 1

Fonte Blog do Ulhoa

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui