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Secretaria de Desenvolvimento Social normaliza a distribuição de cestas básicas

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Pasta começou a receber os produtos nesta sexta-feira (14) e já iniciou o repasse às famílias

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) retomou o fluxo normal de entrega das cestas básicas nesta sexta-feira (14). As famílias que estavam com a solicitação aprovada nas unidades de atendimento da pasta já começaram a receber os produtos em casa.  As cestas são compostas por arroz parbolizado, açúcar, feijão-carioca, feijão-preto, macarrão, farinha de mandioca, farinha de milho, polvilho doce, óleo de soja, carne bovina tipo charque, sardinha, sal, café e leite.

 A ação é fruto de um contrato emergencial da Sedes que prevê a aquisição mensal de 8 mil cestas secas (alimentos não-perecíveis). A última licitação do tipo ocorreu em fevereiro de 2018 e, por conta da falta de um planejamento da gestão passada para abertura de novo processo, o estoque da secretaria foi prejudicado.

Como os contratos têm, impreterivelmente, a vigência de um ano e não podem ser renovados, para prevenir qualquer tipo de falta, a Subsecretaria de Administração Geral da Sedes já prepara novo chamamento para ser apresentado na metade da vigência do atual. No caso dos contratos regulares, a vigência é de 12 meses, sendo o investimento de cerca de R$ 17 milhões. Para a modalidade emergencial, a disponibilidade orçamentária é de R$ 1,4 milhão.

“Concentramos todos os esforços para solucionar esse problema”, explica o secretário de Desenvolvimento Social, Eduardo Zaratz. “Além de atender as demandas cotidianas, essas cestas vão para situações emergenciais, como no caso das famílias vítimas de incêndio no Recanto das Emas, em maio, e na Estrutural, neste mês”.

Além disso, famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional atendidas pelas unidades do Centro de Referência e Assistência Social (Cras) da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal vão receber a cesta verde, composta por verduras e legumes, produzidos por agricultores familiares do Distrito Federal. O governo vai comprar 96 mil cestas, num valor total de R$ 2,352 milhões, sem necessidade de licitação, por meio do Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa).

Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social