Início Brasília Idosa é levada ao Hran após ataque de enxame de abelhas no...

Idosa é levada ao Hran após ataque de enxame de abelhas no Lago Norte

1398
0

Bombeiros tiveram de usar roupa especial para fazer o atendimento. Cachorro da família também recebeu picadas

Uma ataque de abelhas deixou uma idosa e o cachorro da família feridos na QL 12 do Lago Norte, por volta das 12h desta quinta-feira (5/7). De acordo com o setor de comunicação do Grupamento de Bombeiros da Esplanada, responsável pelo atendimento, a mulher foi levada para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran), mas o estado de saúde não foi informado.

Os militares tiveram de utilizar uma roupa especial, a mesma usada por apicultores na produção de mel, para fazer o socorro.

Este é o segundo caso de ataque de abelhas nesta semana. Na segunda-feira (2), 18 cachorros da raça yorkshire morreram após serem picados por um enxame. Outros 26 animais foram medicados e passam bem.

O Corpo de Bombeiros suspeita que o ataque pode ter ocorrido em razão de fogos de artifício disparados na região, logo após a vitória do Brasil sobre o México. Nesse momento, os cachorrinhos teriam latido, e, consequentemente, assustado as abelhas.

Como proceder
Para os donos de caninos, o veterinário Cláudio Barbosa passa algumas orientações. “É um processo de medo do barulho, fobia. A gente recomenda que, por conta dos fogos, os animais fiquem em local protegido, para se sentirem seguros. Há cachorros tão estressados que, às vezes, é necessário um calmante, o qual deve ser indicado pelo veterinário responsável”.

A colmeia estava numa passagem de águas pluviais na casa 12, ao lado da residência onde viviam os cães. “As abelhas já deveriam estar ali há cerca de um ano. É muito difícil notar a presença delas porque ficam em local fechado. Ficaram agitadas e as pessoas notaram. Podem ter sido os fogos que assustaram o cachorros, os primeiros atacados”, explicou Silva.

Criadora dos cães, a servidora do Distrito Federal aposentada Marise Castilho Ferreira tinha saído para assistir ao jogo da Copa na casa do filho. Quando voltou, encontrou alguns animais mortos. Para ela, a perda dos cachorrinhos é uma fatalidade. “Só o que eu fiz foi chorar. Cuido de cachorro desde que nasci. Foi uma coisa horrorosa. Ainda estou passada”, lamentou. Ela conta que tem uma criação própria. “Tenho por eles amor de mãe”, afirmou.

Fonte: Metrópoles